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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Química M - parte II

Paguzistas: Carollina Arbex, Fernanda Magina, Julia Freire, João Vitor Couto, Luciana Muheison, Victória Valdívia e Beatriz Oliveira.

BLOG PARTE II



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

PILHAS

Paguzistas: Carollina Arbex (nº03), Fernanda Magina (nº04), João Vitor Couto (nº12) Julia Freire (nº13), Luciana Muheison (nº17), Victória Valdívia (nº29) e Beatriz Oliveira (nº33)

PILHAS DE NÍQUEL-METAL-HIDRETO (NiMH) 
Apesar de ser uma tecnologia posterior a de NiCd, as baterias de hidreto metálico de níquel apresentam funcionamento bastante semelhante com suas antecessoras. A grande diferença fica pelo seu material ativo no eletrodo negativo. As baterias de Ni-MH empregam hidrogênio na forma de hidreto metálico ao invés de cádmio em seu eletrodo negativo.
Outras diferenças, como maior carga e mais tempo de uso em mesmas condições, também são presentes nestas baterias. Isso se deve ao fato do hidreto metálico ser mais denso que o cádmio, permitindo assim uma maior presença de níquel no eletrodo positivo da bateria. Além disso, suas vantagens em relação à de NiCd consistem também em serem menos tóxicas e vulneráveis ao “efeito memória”.
- REAÇÕES: 
Reação global (descarga)NiOOH + MHab → Ni(OH)2 + M (1,2 V)
Reação do anodo (negativo, descarga)MHab + OH− → M + H2O + e−
Reação do catodo (positivo, descarga)    NiOOH + H2O + e− → Ni(OH)2 + OH−

Onde M é a liga absorvente e Hab, o hidrogênio absorvido. Na carga as reações se invertem. Pode-se observar que, na carga, a liga M absorve hidrogênio e o libera na descarga.


Célula de níquel-cádmio
- USO:
 Atualmente, as pilhas recarregáveis mais utilizadas nos aparelhos eletroeletrônicos são as de NiMH, que além de terem maior capacidade de carga e maior tempo de vida, suportam mais recargas em comparação às de NiCd. Além disso, são as menos poluentes, já que não utilizam materiais pesados, como o Cádmio.





 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

PILHAS

Paguzistas: Beatriz Oliveira, Carollina Arbex, Fernanda Magina, João Vitor Couto, Julia Freire, Luciana Muheison e Victória Valdívia.

PILHAS:










      • SELFIE:


        sexta-feira, 30 de maio de 2014

        A influencia da Ditadura nos dias de hoje

        Grupo: Paguzistas

        A ditadura terminou há mais de 20 anos. Foi um período que marcou a historia brasileira e do mundo. A influencia que essa época teve nos dias de hoje é muito grande. Ela pode estar desde um congestionamento cotidiano ate a politica do pais. 
        É difícil citar os todos os aspectos positivos e negativos que foram deixados pela Ditadura Militar. Além de destruir muitas famílias que passaram ou ate mesmo passam a angustia do desaparecimento de parentes, esse período foi marcado pela pratica da tortura como estrategia. Um regime politico autoritário o qual a liberdade de expressão era proibida, felizmente, não permaneceu na politica de hoje. ''A única coisa positiva que a ditadura deixou para o país, foi aprender a valorizar a democracia e a rejeição às soluções de força'' diz o sociólogo Emir Sader. Nos dias atuais no cenário político brasileiro, vários comportamentos políticos foram herdados do regime militar. Um deles foi usado pelos governos petistas, que é transformar a critica a alguma ação governamental em critica ao pais, fazer a oposição ao governo virar oposição ao progresso do país. O regime militar usou e abusou deste artifício e a presidência Lula-Dilma repetiu esta fala reacionária.
        Por mais difícil de acreditar, a ditadura também deixou algo importante para o Brasil.'' As obras de infraestrutura que criaram as condições para o grande crescimento econômico entre os anos 1968-1978 foram importantes. Para o bem ou para o mal, o governo tinha um projeto nacional, o que, atualmente, não temos. E não é de hoje, isso vem desde a última década do século 20'' afirma o historiador Marco Antonio Villa.
        As obras teatrais, cinematográficas, a musica, etc, foram positivas por serem contra aquele regime, porém, não foram fruto da ditadura. Muitos intelectuais estavam lutando contra ela, e nesse processo, produziram obras importantes. Claro, que se houvesse democracia, poderia ter se produzido muito mais.

        domingo, 25 de maio de 2014

        PARTICIPAÇÃO POPULAR NA DITADURA


        • No período da ditadura militar em 1964, a participação popular caracterizou-se como estratégia da oposição e expressou a reação da população no regime ditatorial existente naquele momento.
          Este período recente da história política brasileira, entre 1964 e 1984, como disse Chico Buarque, foi “uma página infeliz de nossa história”.4 Denominado de “os anos do terror”, o golpe militar inaugurou, em 31 de março de 1964. O período da Ditadura Militar - também conhecido como os anos de chumbo - colocou, por um lado, as lutas políticas na clandestinidade, e por outro, aprofundou a política da arbitrariedade, usurpou as liberdades, prendeu, torturou e matou centenas de militantes que se dedicavam à causa da defesa e da promoção dos direitos sociais, políticos e econômicos. Foi o período dos atos de exceção, quando o controle era exclusivo do Estado sobre a sociedade. Os direitos políticos foram suspensos. Em contrapartida, é desta época o surgimento de novos movimentos sociais na luta por melhores condições de vida.
          Trata-se de uma população excluída social, econômica e politicamente das decisões do Estado.
          Apesar do terror do Estado e da ausência de democracia, os movimentos sociais resistiram e continuaram as lutas por liberdade e por democracia.
          Vários movimentos e organizações surgiram na década de 1970, em atos de resistência ao terror do Estado, em defesa da redemocratização do País e de melhores condições de vida, como:
          *O movimento contra a alta do custo de vida, liderado especialmente pelas mulheres nas periferias, com o apoio das organizações eclesiais de base. *O movimento pela anistia dos presos e exilados políticos, a Comissão de Justiça e Paz da arquidiocese de São Paulo. *No final da década de 1970, o movimento dos trabalhadores por melhores salários e contra o desemprego, culminou com as grandes mobilizações do movimento sindical no ABC (região em volta da cidade de São Paulo formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo e São Caetano) o surgimento de lideranças dos trabalhadores. A saturação da política repressiva do Estado e da ditadura militar, por um lado, e a mobilização contra a ditadura e por liberdade política, de outro, provocou o chamado processo de abertura, que teve nas mobilizações pelas eleições diretas para presidente da república o seu marco político.
          A ditadura militar instituiu o processo de eleição indireta, por meio de um colégio eleitoral onde apenas os deputados e senadores podiam votar no candidato a presidente da república. A campanha por eleições diretas, conhecida como campanha pelas “Diretas Já” foi responsável pela mobilização de milhões de pessoas que foram para as ruas e praças manifestarem-se a favor da eleição direta para presidente da república. A campanha foi derrotada na votação histórica que manteve o colégio eleitoral, mas foi vitoriosa à medida que Tancredo Neves, em 1985, foi o último presidente eleito de forma indireta. O povo foi às ruas e resgatou seu direito a votar para presidente e representantes em todos os níveis.
          Sufocada pela polícia política, a população brasileira passou por um período que foi marcado pelo medo constante. Durante a ditadura, váriasmanifestações populares foram inibidas pela repressão e pela força.
          Apenas nos últimos anos do regime militar, no mandato de João Batista Figueiredo, os brasileiros voltaram a lutar pelos seus direitos de forma tímida. O movimento das Diretas Já foi a campanha que teve a maior participação popular desse período.

        sexta-feira, 23 de maio de 2014

        QUESTÕES DE QUÍMICA

        GRUPO: PAGUZISTAS (Carollina Arbex, Fernanda Magina, João Vitor Couto, Júlia Freire, Luciana Muheison e Victória Valdívia).

        QUESTÕES

        1- O sulfato de prata tem solubilidade 2.10-2 mol/L . O produto da solubilidade do sulfato do hidróxido de ferro é 7,9.10-15 .
        a) Qual é o produto da solubilidade do sulfato de prata?
        b) Qual é o mais solúvel?

        Resolução:
        a) Ag2SO4  ­---> 2Ag+ + SO-24
        Kps= [Ag+]2 . [SO-24]
        Kps= (2x)2. x = 4x3
        Kps= 4.(2.10-2)3 = 4.8.10-6
        Kps= 3,2.10-5

        b) O sal de maior Kps será o mais solúvel, pois a quantidade de íons provenientes da dissociação de ambos os íons é a mesma, ou seja, Ag2SO4.

        2- De acordo com a matéria estudada nesse bimestre e seus conhecimentos sobre equilibrios heterogêneos e solubilidade, assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F), corrigindo as falsas.           
        ( ) Em uma solução de AgCl (Ks= 1,8.10-10),  com 0,01 mol/L de Ag. A concentração de íons Cl- no momento da precipitação é de 2.10-8.
        ( ) A quantidade de um precipitado aumenta com a elevação da temperatura.
        ( ) Equilíbrios heterogêneos são aqueles em que os reagentes e os produtos estão em fases diferentes.
        ( ) A uma temperatura de 10°C, há uma massa de 80g em uma solução com 100ml de H2O, sendo assim a massa presente em 50ml de H2O é 20g.


        Resolução:
        (F) AgCl ---> Ag+ +Cl- 
        Ks= [Ag+].[Cl-]
        1,8.10-10 = 1.10-2. [Cl-]
        [Cl-] = 1,8.10-8
        (V)
        (V)
        (F) Em 50ml de H2O será de 40g.
        100ml         80          100x=80.50    x=40g
        50ml          x

        3- Considere a solubilidade de 15mg/L de Al(OH)3 em água a 70°C. Determine o produto de solubilidade do Al(OH)3, nessa temperatura. (Dado: Massa molar do Al(OH)3= 78 g/mol).
        Resolução:
        1 mol de Al(OH)3           78g
        x                                        15.10-3g                            x= 1,92.10-6
        Al(OH)3 ---> Al+3 + 3OH
        Ks= [Al+3].[OH]3
        Ks= x.(3x)3
        Ks= 1,92.10-6 .(3.1,92.10-6)3
        Ks= 1,92.10-6.(5,76.10-6)3
        Ks= 1,92.10-6. 191,10.10-6= 367.10-12

        Ks= 367.10-12                   

        sexta-feira, 16 de maio de 2014

        Resenha Crítica

        Grupo Paguzistas (Carollina Arbex, Fernanda Magina, João Vitor Couto, Julia Freire, Luciana Muheison e Victótia Valdívia).

        Mesmo após quase 30 anos do fim da Ditadura Militar no país caracterizado pela sua falta de memória, a jornalista Paula Sacchetta e o fotógrafo Peu Robles conseguem fazer com que esse assunto venha a tona e se torne, cada vez mais, atual e importante na vida de quem presenciou e das novas gerações, fruto desse período. Neste ano de 2014, 50 anos depois do golpe, o desafio do documentário "Verdade 12.528" é um só: conscientizar a todos sobre a importância da história do nosso país e, com isso, deixar explicito a herança dessa época que ainda afeta a sociedade brasileira dos dias de hoje. 
        A ideia dos diretores surgiu com o desconhecimento e a falta de interesses notória da sociedade acerca da Comissão da Verdade. É bom ressaltar que tal comissão tem como finalidade apurar graves violações dos Direitos Humanos ocorridas na ditadura. Porém, o documentário deixou a desejar as funções e ações de seus membros e assessores. Em contra partida, expõe as técnicas de tortura e experiências traumáticas de pessoas torturadas e o sofrimento das famílias destas. O nome, criativo e muito original, está relacionado à lei que criou a Comissão em 2011. O " Verdade 12528" aprofunda este tema tentando resgatar e reconstruir a memória de nosso povo, afirmando que nem o tempo deve ser capaz de apagar lembranças ensanguentadas dos longos anos de chumbo. 
        O documentário foi lançado na 37a Mostra Internacional de São Paulo, em outubro de 2013, graças aos esforços dos diretores que conseguiram financiamento coletivo no site Catarse, no qual os projetos recebem cotas de apoio. Ganhou o 34º prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos na categoria revista. Tem duração de 55 minutos e foi realizado por João e Maria.doc. É um documentário educativo e recomendado como método de estudo nas escolas públicas e particulares.

        quinta-feira, 15 de maio de 2014

        TORTURAS NO REGIME MILITAR

        Grupo: Paguzistas (Carollina Arbex, Fernanda Magina, João Vitor Couto, Julia Freire, Luciana Muheison e Victória Valdívia).

        Como todos nós sabemos, em 1964 é estabelecido um novo regime político no Brasil. Regime que transforma a vida da sociedade brasileira, que afeta os direitos civis e não aceita a oposição. Autoritário, militar, repressivo, violento, ensanguentado. Talvez essa seja a melhor maneira de caracterizar o período da ditadura no país.
        As torturas civis podem ser consideradas exemplos fundamentais para tentar exibir todo o poder militar da época. Tal técnica tinha como objetivo extrair informações, confissões de pessoas envolvidas em militância contra o governo. Choques e pancadarias seria só o começo de tudo que ainda estava por vir. Em 1969, a situação se agrava. Com o aparecimento das guerrilhas a repressão se torna mais forte e o número de torturados fica bem maior. 
        Cadeira do dragão (utilizado para dar choques elétricos), pau-de-arara (amarrado pelas mãos e pelos pés, a vítima apanhava, levava queimaduras, etc), cama cirúrgica (esticado na cama, a vítima rompia seus nervos), afogamentos, geladeira (a vítima era colocada em celas pequenas que alternavam a temperatura: ora muito frio, ora muito calor), entre outros tratamentos de choque, tiveram como consequência uma onda de suicídios no país. Era tanta violência distribuída gratuitamente que prisioneiros e não prisioneiros, em meio a tamanho sofrimento, optaram pela morte. O suicídio também foi usado como desculpa dos militares para justificar o desaparecimento ou morte inesperada de inúmeras pessoas. As torturas não tinham limites, não respeitavam sexo, idade, condições financeiras e muito menos os direitos humanos de qualquer cidadão.
        Apesar de todo massacre, torturadores ainda não foram punidos por seus atos durante a ditadura. E, para ajudar, o Congresso Nacional, em 1979, aprovou a lei da Anistia que não condena tais indivíduos envolvidos em crimes políticos, sendo assim, estão absolvidos pela justiça brasileira. Desse modo, as duas longas décadas de chumbo se passaram e hoje pertencemos a um país democrático porém sem memória. A luta de pessoas que almejam para que a justiça seja feita nos dias de hoje, se torna cansativa e, por muitas vezes, vã. O silêncio também se faz presente em meio a nossa sociedade que ainda sofre, afinal, o silêncio também é tortura.


        sábado, 10 de maio de 2014

        A influência dos Estados Unidos na Ditadura Militar Brasileira

         Grupo Paguzistas (Carol Arbex, Fernanda Magina, João Vitor Couto, Julia Freire, Luciana Muheison e Victória Valdívia)

        A Ditadura Militar no Brasil pode ser definida como um período que o país passou a ser governado por militares, tendo como características a falta de democracia, supressão, censura, perseguição, repressão e tortura, aplicando só aos contra esse tipo de governo. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA e a União Soviética queriam disputar cada nação sob influência deles, seus modelos de governar dominavam grande parte das nações do mundo. Com a Revolução de Cuba, em 1959, os EUA criaram uma preocupação de aparecerem outras 'Cubas', consequentemente apoiando governos ditatoriais pela América Latina. Em 1964, o Brasil instalou um golpe de estado, muitas pessoas foram contra, por outro lado muitas pessoas saudaram esse golpe militar, que também influenciou na intervenção dos EUA, que passou a dar apoio a logística dos militares. Eles utilizaram diversas estratégias para apoiar o regime político brasileiro, como para segurança e defesa, as quais foram decisivas para perpetuação do regime capitalista do Brasil. Podendo considerar 3 importantes: o programa Aliança para o Progresso, Plano Cáritas e a Operação Brother Sam. O programa Aliança para o Progresso ajudava a economicamente e socialmente aos países latino-americanos que durou desde 1961 e foi sustentado até 1970.Esse programa era para tentar fazer com que as necessidades básicas dos povos americanos fossem atendidas. Em 1961, também, houve a estratégia do Plano Cáritas, que buscava atenuar os efeitos da crise social que atingia quase todos os países da América Latina, distribuindo alimentos, medicamentos, entre outras coisas. Já em 1964, houve a Operação Brother Sam, a qual foi um conjunto de operações realizado pela CIA e pela Marinha Norte-americana, tendo o objetivo de apoiar os golpistas do regime de 64, responsáveis pela deposição do presidente brasileiro João Goulart. Por trás dessas estratégias dos EUA para ajudar o Brasil existe um outro motivo que era não deixar o socialismo tomar conta da América Latina como foi em Cuba, sendo o Brasil um dos principais focos dos Estados Unidos. Podendo-se perceber como foram esses longos vinte e um anos de ditadura brasileira, as intevenções americanas nesse regime e o plano de fundo utilizado para tal objetivo.

        sábado, 3 de maio de 2014

        A música durante a ditadura militar no Brasil

        Paguzistas: Carollina Arbex (03), Fernanda Magina (04), João Vitor Couto (12), Julia Freire (13), Luciana Muheison (17) e Victoria Valdívia (29).
                        
                      Após o Golpe Militar, iniciou-se o período da Ditadura Militar o qual durou duas décadas. Foi uma época caracterizada por violência, censura, exílio, anticomunismo, repressão e corrupção. Muitas pessoas morreram e outras desapareceram, deixando suas famílias sem notícia alguma.
                        Na luta contra a repressão militar, os músicos brasileiros tiveram papel marcante. Poetas, atores, escritores e artistas plásticos também foram importantes durante esse período. A música foi a forma mais contundente de protesto contra a Ditadura, pois criticava o regime e informavam a população de uma maneira não muito explícita. Em razão de violarem a censura estabelecida na época, diversos músicos foram exilados.
                        Um dos principais músicos foi Chico Buarque, o qual compôs diversas canções. Em parceria com Milton Nascimento escreveu a música “Cálice”, a qual faz referência ao Santo Cálice de Cristo (“Pai, afasta de mim esse cálice de vinho tinto de sangue”) e estabelece uma metáfora com o verbo “calar”. Aldir Blanc e João Bosco compuseram “O bêbado e o equilibrista”, cantada por Elis Regina, que fala sobre os exilados. A música diz que a sociedade, mesmo reprimida, consegue ter bom humor e esperança. Também retrata as mães que choram (“Choram Marias e Clarisses”) pela falta de seus filhos, os “Carlitos”. Outro músico que merece ser citado é Geraldo Vandré, o qual compôs “Pra não dizer que não falei das flores”, mais conhecida como “Caminhando”. Tal música faz fortes provocações ao exército, fala sobre a injustiça (“Pelos campos há fome em grandes plantações”), da presença dos militares (“Há soldados armados, amados ou não”) e incentiva a sociedade a participar da luta contra a Ditadura (“Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”). Vandré foi um dos primeiros músicos a ser censurado e perseguido pelo governo militar. Essa música tornou-se um hino dos que lutavam contra a repressão e é considerada a mais emblemática desse período.
                        Apesar de você (Chico Buarque), Bloco na rua (Sérgio Sampaio), Como nossos pais (composição de Belchior e voz de Elis Regina), Alegria, alegria (Caetano Veloso), Primavera nos dentes (João Ricardo e João Apolinário), Acorda amor (Chico Buarque), Que as crianças cantem livres (Taiguara), Roda viva (Chico Buarque) e Vence na vida quem diz sim (Chico Buarque) são outras músicas criadas durante a Ditadura que fazem oposição ao regime da época.
                        Os artistas populares brasileiros detalharam o que foi a Ditadura em suas obras de maneira que possamos compreender como foi esse período apenas escutando-as. Famosas até hoje, essas canções não nos deixam esquecer toda a violência e horror que nosso país sofreu durante 20 anos.
                        Para os que quiserem aprofundar-se mais no assunto, existe um interessante documentário, produzido por Geneton Morais Neto, chamado “Canções do exílio – a labareda que lambeu tudo”.





        sábado, 26 de abril de 2014

        EXILADOS POLÍTICOS DURANTE A DITADURA MILITAR

        Grupo: Paguzistas (Carollina Arbex, Fernanda Magina, Julia Freire, João Vitor Couto, Luciana Muheison e Victória Valdívia).



                    Durante a ditadura militar (1964-1985), diversos brasileiros deixaram o país e seguiram para o exterior para fugir da repressão e em busca de segurança e liberdade. Era o início do exílio que atingia uma parte da população brasileira (sobretudo classe média intelectual). O exílio tinha como principal objetivo afastar os grandes líderes opositores do novo regime  instalado em 1964. Esse período pode ser retratado pelo famoso lema: "Brasil, ame-o ou deixe-o".
                  Os primeiros exilados foram para países da América Latina como Chile e Uruguai com a esperança de uma volta breve. Como a ditadura ia se consolidando, a volta ao Brasil tornou-se uma ideia cada vez mais distante. Os exilados passaram então a fugir para países europeus. O  governo socialista de Salvador Allende atraiu muitos militantes de esquerda. Entretanto, a partir de 1973, com o golpe de Estado no Chile, tornou-se inviável a permanência dos brasileiros ali. Com a Operação Condor (aliança estabelecida entre governos da região contra os que se opunham ao regime) em vigor, os exilados foram obrigados a fugir novamente. Dessa vez para a Europa. 
               Paris foi o principal destino dos exilados, mas houve também os que foram para a Suécia, Inglaterra e Portugal. Muitos exilados continuaram, mesmo de longe, a sua luta conta a ditadura. Com a tortura virando uma política de Estado, muitos exilados denunciaram a violação dos direitos civis. 
                Em 1979 foi aprovada a Lei da Anistia, a qual beneficiou todos os exilados e permitiu que voltassem ao país. Os exilados acreditavam que a revolução socialista poderia ser feita a partir de uma democracia e não apenas pelo uso de forças armadas. 
             O exílio era sinônimo de derrota e exclusão, porém, significou também a abertura de muitas portas, como a descoberta de sistemas e regimes políticos, povos, culturas e países. Alguns dos exilados políticos foram:                                    
                 - Fernando Henrique Cardoso: Foi ameaçado de prisão logo após o golpe. Foi para o Chile, depois para a França e um ano depois retornou ao Brasil. Com a instituição do AI-5, porém, foi aposentado compulsoriamente. Presidiu o Brasil de 1995 a 2002.
                - Leonel Brizola: Tentou organizar uma resistência ao golpe - sem sucesso - o deputado deixou o Brasil e foi para o Uruguai, onde criou o MNR (Movimento Nacionalista Revolucionário). Viveu também em Portugal e EUA. Voltou ao Brasil apenas após a Lei da Anistia.
             - Juscelino Kubistschek: Ficou três anos fora. Teve seu mandato cassado, seus poderes políticos negados e foi proibido de pisar em Brasília, cidade que ele construiu. Viveu na França e nos EUA. Rotulava Castello Branco como "o monstro" e deixou claro que não voltaria com ele no poder. Em nenhum lugar sentiu-se feliz, à vontade. "Não posso deixar de confessar que viver fora do país, sem saber quando será possível o regresso, é o castigo mais cruel imposto a um homem que só pensava no Brasil", escreveu a um amigo nos primeiros tempos do exílio.
                   - Fernando Gabeira: Jornalista e ex-deputado, participou do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, foi preso e após ser solto, foi para o exílio. Viveu em vários países enquanto exilado. No Chile presenciou a queda de Salvador  Allende. Com a anistia, voltou ao Brasil no final de 1979.
                  - José Dirceu: Foi preso em 1968, em um congresso nacional de estudantes. Teve sua nacionalidade cassada e foi banido do país. No exílio trabalhou e estudou em Cuba e retornou a São Paulo em 1979 beneficiado pela lei da anistia.
               - José Serra: Foi presidente da UNE, União Nacional dos Estudantes, foi forçado a procurar o exílio no exterior. Foi para o Chile e depois para os  EUA, onde estudou e se formou.

        Durante a pesquisa para a elaboração deste texto, achei uma espécie de "jogo" sobre a ditadura militar, onde você se passa como um cidadão comum e no final há um resultado dizendo se você seria de direita ou esquerda:                                    http://educacao.uol.com.br/infograficos/2014/cinquenta-anos-do-golpe-de-64/

        Fonte: http://maisnoticiasjk.wordpress.com/
        http://caio-ditaduramilitar-exiladospolticos.blogspot.com.br/
        http://acervo.oglobo.globo.com/
        http://www.memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/

        sexta-feira, 14 de março de 2014

        Curto-circuito

        Grupo Paguzistas: Carollina Arbex (3), Fernanda Magina (4), João Vitor Couto (12), Julia Freire (13), Luciana Muheison (17) e Victória Valdívia (29).

        Introdução: Este estudo tem como objetivo explicar os conceitos de um curto-circuito. Averiguar o que ele é, como ocorre, o que fazer para evitá-lo, quais são os perigos e alguns exemplos.

        Curto circuito (http://galerias.orm.com.br/fotos/1695/images/g/8.jpg)
        Resumo: Um curto-circuito é quando dois pontos de um circuito são ligados por um mesmo fio de resistência desprezível, o quer dizer que ambos os pontos possuem o mesmo potencial. Em suma, tal fenômeno é quando há sobre carga na corrente elétrica. No curto-circuito, um gerador cria tensão elétrica em um circuito não possuindo resistência, como por exemplo: lâmpadas e televisões. A intensidade de corrente elétrica que sai de tal gerador é a mesma que percorre o circuito e chega ao receptor do gerador, o que provoca um aumento da tensão dele, causando um curto-circuito. Muitos acidentes são causados pela falta de conhecimento dos produtos. Há dois tipos de tensões elétricas nas tomadas do Brasil: 220v e 110v. Isso pode causar acidentes, pois quando ligamos um aparelho 110v em uma tomada de 220v, certamente, ele irá queimar.Também, quando há muitos equipamentos eletrônicos ligados ao mesmo tempo, sem a fiação adequada, ocorre um curto-circuito. Outro exemplo de possíveis acidentes, seria quando uma colocam metal na tomada, causando imediatamente um curto. Esse último pode causar incêndio, em razão de uma dissipação de calor, ou seja, explosão. Porém, há medidas preventivas contra os curtos-circuitos. Uma opção seria a implantação de fusíveis ou disjuntores nas correntes elétricas. Dessa forma, quando houver aumento de intensidade na corrente, o fusível queimará ou o disjuntos desligam a chave do circuito. Para evitar acidentes domésticos, é preciso ficar atento a certas coisas:
        • O plugue de aterramento nunca deve ser retirado, para evitar que oscilações de energia afetem seus aparelhos eletrônicos.
        • Evite mexer no chuveiro enquanto ligado.
        • Para fazer um reparo em algum aparelho, certifique-se de que ele não esteja ligado a nenhuma tomada.
        • Nunca insira objetos dentro de TVs ou computadores, pois esses aparelhos armazenam energia mesmo fora da tomada.

        Considerações finais: Ainda há muito para ser estudado em relação a esse tema. Mesmo que a maioria da população tenha consciência dos ricos gerados pela má utilização da energia elétrica e da existência de curtos-circuitos, esses e os acidentes ainda são muito frequentes. Além do mais, outras medidas preventivas deveriam ser analisadas, pois essas são limitadas a um pequeno número.
        Bibliografia:
        www.ibytes.com.br
        www.infoescola.com
        www.suapesquisa.com

        domingo, 9 de março de 2014

        Viva

        Querido Max,


               Tirei um tempo pra mim, resolvi ouvir aqueles que diziam que a vida é curta e devemos aproveitar cada momento. Mudei meu estilo de vida, antes vivia para o trabalho, não tinha tempo para minha família e meus amigos e não cuidava da saúde. Somente agora percebi que o essencial está nas pequenas coisas, como o abraço e o sorriso de minha filha.
               Há quanto tempo você não viaja com sua família, não lê um livro ou assiste a um filme? Acredito que o tempo que você passa trabalhando ou no trânsito é maior do que o de lazer. Que tal tirar umas férias?
               Sabe, Max, esses dias assisti a um filme chamado “Matrix” o qual mostra exatamente o quão dependentes estamos da tecnologia. Nosso mundo se tronou virtual e as nossas relações superficiais. Além disso, o filme me ajudou a encarar a verdade tal qual ela existe.            Por muitas vezes, me concentrava no trabalho para não enxergar a realidade a minha volta. Como já diz o filme, Matrix está em toda parte é o mundo que acredita ser real para que não perceba a verdade. E nós estamos presos nesse mundo.
               O conjunto dos conselhos e o contexto do filme, me fez rever meus conceitos e meus ideais em relação à vida. Espero que você também mude seus hábitos, sua rotina, e faça todas as mudanças necessárias para um futuro saudável e tranquilo. Refaça seus horários e reserve bastante tempo para cuidar de si: mente, corpo e alma.
               Saia da cidade, desconecte-se, leia um bom livro e passe mais tempo com pessoas que te fazem feliz. Se precisar, venha me visitar, estou em minha casa de campo e sua visita será bem-vinda. Darei todo o apoio necessário nessa sua nova fase.
               Reflita sobre isso, quero o seu bem. Estou com saudades.

        James

        Chuva ácida faz com que rios da costa leste dos EUA fiquem alcalinos

        26/08/2013

         

        Chuva corrói rochas ricas em minerais alcalinos, que são levados ao rio.
        Águas tornam-se cada vez mais perigosas para rega e para vida aquática.


        Dois terços dos rios na costa leste dos Estados Unidos registram níveis crescentes de alcalinidade, com o que suas águas se tornam cada vez mais perigosas para a rega de plantios e a vida aquática, informaram cientistas esta segunda-feira.
        A razão da mudança é o legado da chuva ácida, que corrói rochas e pavimento, ricos em minerais alcalinos, disseram os cientistas na revista "Environmental Science and Technology".
        O estudo, chefiado por Sujay Kaushal, geólogo da Universidade de Maryland (leste), examinou 97 rios do estado de New Hampshire (nordeste) à Flórida (sudeste) durante os últimos 25 a 60 anos, e encontrou 'tendências significativas no aumento da alcalinidade em 62 dos 97 locais'.
        Estes rios são importantes porque abastecem com água potável grandes cidades como Washington, Filadélfia, Baltimore, Atlanta e outras metrópoles importantes.
        Os cientistas disseram que este maior conteúdo alcalino pode complicar o tratamento das águas residuais e da água potável e levar a uma rápida corrosão da tubulação metálica.
        A água com altos níveis de alcalinidade pode ser mais salgada e conter mais minerais. Também pode levar à toxicidade do amoníaco, capaz de causar danos a cultivos de rega, assim como afetar peixes e outras espécies de água doce.
        A alcalinidade aumenta mais rápido em locais onde há pedra calcária ou rochas carbonadas debaixo dos corpos d'água, em regiões altas e onde a queda ou a drenagem das chuvas ácidas sejam elevadas, afirmaram os cientistas.

        Meteorização
        A dissolução de partículas alcalinas que terminam nas vias fluviais se atribui a um processo conhecido como meteorização química, no qual o ácido corrói a pedra calcária, outras rochas carbonatadas e até mesmo calçadas.
        'Em alguns arroios que são cabeceira de corpos d'água, isto pode ser uma coisa boa. Mas também estamos vendo crescentes compostos antiácidos rio abaixo. E estes locais não são ácidos e as algas e os peixes podem ser sensíveis às mudanças de alcalinidade', disse Kaushal.
        Apesar de a chuva ácida estar em queda nos Estados Unidos, devido em grande parte a restrições ambientais mais estritas estabelecidas na década de 1990, seu legado persiste.
        'Este é outro exemplo da ampla repercussão do impacto humano nos sistemas naturais (que) é, penso eu, cada vez mais preocupante', disse o co-autor do estudo e ecologista Gene Likens, da Universidade de Connecticut e do Instituto Cary de Estudos dos Ecossistemas.
        'Os legisladores e o povo pensam que a chuva ácida sumiu, mas não é assim', acrescentou.
        Os pesquisadores disseram ser difícil prever por quanto tempo persistirá esta tendência à alcalinização dos rios.

        fonte: http://g1.globo.com//

        COMENTÁRIO: Não são apenas os peixes que são prejudicados com a chuva ácida, mas também nossa saúde. Os rios que abastecem com água potável grandes cidades, como Washington e outras metrópoles importantes, são poluídos por este problema. Apesar da chuva ácida ter caído nos EUA,  por restrições ambientais, esse problema vem preocupando alguns pesquisadores, já outros, dizem ter sumido tal fenômeno.



        O que é chuva ácida?

        Mundo estranho, 05/06/2012

        É um dos problemas ambientais mais sérios da atualidade, causado pelos gases tóxicos liberados na queima de combustíveis como o carvão e o petróleo. Depois que as chaminés das indústrias e os escapamentos dos carros despejam no ar a sujeira da combustão, uma parte da poluição reage com o vapor d'água e outros componentes da atmosfera. Nesse processo, os gases poluentes se transformam em ácidos, que caem sobre a terra misturados com as gotas de tempestade, neblina ou nevoeiro. Daí vem a acidez da chuva, que pode destruir florestas, acabar com os nutrientes do solo, matar a vida aquática e prejudicar a saúde humana. Na Europa, o problema é pesquisado desde o século 17, mas ganhou fama na década de 60, com o declínio no número de peixes em lagos do continente.
        Apesar de o fenômeno ter atingido inicialmente as regiões industrializadas do Primeiro Mundo, hoje ele é mais grave entre os chamados "tigres asiáticos" - países como Cingapura e Taiwan, que se industrializaram recentemente, mas ainda possuem regras frouxas de proteção ambiental. No Brasil, uma das cidades que mais sofria com as chuvas ácidas era São Paulo. "Não há medidas precisas, mas é provável que ocorressem muitas precipitações ácidas no final na década de 70", afirma a química Adalgiza Fornaro, da Universidade de São Paulo (USP). Na última década, a situação melhorou com a adoção de medidas antipoluição. "Em primeiro lugar, os combustíveis foram purificados e hoje não contêm dióxido de enxofre, um gás que origina o ácido sulfúrico da chuva ácida. Em segundo, todas as indústrias do município instalaram filtros. E, por último, a maioria dos veículos já tem catalisadores, que reduzem a poluição da queima de combustíveis. Com isso, a chuva de São Paulo hoje é apenas levemente ácida", diz Adalgiza.

        Gotas de destruição Esse tipo de precipitação agride florestas, mata a vida aquática e torna solos improdutivos.

        1 - A origem da chuva ácida está na fumaça que as chaminés das fábricas e os escapamentos dos carros lançam na atmosfera. A queima de petróleo e carvão libera gases poluentes — entre eles o dióxido de enxofre, os óxidos de nitrogênio e o monóxido de carbono, compostos tóxicos que servem como matéria-prima para as gotas de chuva nocivas

        2 - Nem sempre a tempestade cai no mesmo lugar em que os poluentes foram liberados, porque as correntes de vento podem transportar os gases tóxicos por mais de 2 mil quilômetros. Isso explica como o arquipélago das Bermudas, no Caribe, ou as montanhas amazônicas do sul da Venezuela, onde não há indústrias, sofrem tanto com a chuva ácida

        3 - Durante o transporte, os gases poluentes entram em contato com o vapor d’água e com os gases que compõem a atmosfera, como o oxigênio e o nitrogênio. Estimulados pela energia solar, esses compostos vão reagir e gerar as substâncias que compõem a chuva ácida

        4 - As reações fazem com que o ar apresente uma concentração elevada de compostos ácidos, principalmente de ácido sulfúrico e ácido nítrico. Quando chove, as gotas levam esses ácidos do ar para a terra. Nos casos mais graves, o nível de acidez na chuva pode ser superior ao de um suco de limão!

        PREJUÍZO HISTÓRICO
        Como as gotas ácidas destroem objetos de calcário, mármore e cobre, alguns monumentos sofrem forte corrosão. A acidez é tão poderosa que rompe até mesmo as camadas de resina que protegem as pinturas dos carros, fazendo a carroceria enferrujar

        VERDE CORROÍDO
        Em contato com a vegetação das florestas, as gotas ácidas queimam as folhas das plantas, produzindo manchas amareladas e pequenos buracos. Com isso, reduz-se a capacidade da árvore de obter energia por meio da fotossíntese. As plantas passam a crescer mais lentamente e raramente atingem seu tamanho normal

        TERRA ARRASADA
        No solo, a chuva ácida dissolve os principais nutrientes das plantas e carrega-os na enxurrada. Pior: a acidez das gotas libera alumínio e cádmio, compostos tóxicos para plantas e animais do local

        AMEAÇA À SAÚDE
        Para o homem, ficar molhado em uma tempestade ácida ou nadar em um lago ácido pode deixar a pele bem ressecada, mas não oferece maiores riscos. O problema são os poluentes que originam o fenômeno: se inalados por muito tempo, eles causam náusea, dor de cabeça e doenças respiratórias graves

        BANHO PERIGOSO
        Os lagos ácidos chegam a ter acidez superior à do vinagre, afetando toda a vida aquática. Os mais atingidos são os peixes: espécies sensíveis, como a truta, desaparecem rápido. No nordeste dos Estados Unidos, existem lagos ácidos sem um único peixe.

        fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/


         COMENTÁRIO: Dependendo do ponto de vista, a chuva ácida pode não ser prejudicial à saúde do homem. Quando acontece uma tempestade por exemplo, a saúde não é afetada mas, uma lagoa ácida é muito perigosa por conta do alto nível de acidez, matando peixes e prejudicando a saúde. Portanto, como diz o artigo, esse problema diminui no Brasil devido à adoção de medidas antipoluição.